Concórdia segue recomendando Petrobras mesmo após queda na produção

Entretanto, analista ressalta que compra é recomendada para investidores com foco no longo prazo; produção da companhia caiu 0,69%

Publicidade

SÃO PAULO – A redução na produção da Petrobras (PETR3;PETR4) em 0,69% em junho na comparação com abril, comunicada pela companhia nessa segunda-feira (30), significa que a melhora esboçada em maio não conseguiu se manter no mês seguinte. Com isso, esse é um vetor negativo para a petrolífera, aponta a analista Karina Freitas, da Concórdia Corretora.

Mesmo com esses números, Karina segue recomendando compra para os papéis preferenciais da companhia. Entretanto, a analista ressalta que a recomendação é apenas para aqueles investidores com foco no longo prazo. 

Além disso, mesmo considerando as paradas programas para a manutenção, a produção nacional não apresentava desempenho tão fraco desde outubro de 2010. Em complemento, a produção total, quando visto os últimos dez meses, só não foi mais fraca que a de abril. Naquele mês, a produção foi impactada por uma pausa no campo de Frade, ocasionada por vazamento de petróleo, e também por manutenção de plataformas e sistemas submarinos. 

Autor avatar
Lara Rizério
Mercados | Economia | Onde Investir

Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.