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SÃO PAULO – Após incorporar em 2011 novas subsidiárias à sua estrutura – Brado, Vetria e Ritmo -, o analista Stephen Trent, do Citigroup, ajustou suas estimativas para a ALL (ALLL3).
O especialista se diz feliz com o fato da ALL parecer se distanciar do passado de uma empresa de capital intensivo, em direção a um futuro como operadora. “Vemos os projetos novos de Brado, Ritmo, Rumo e os projetos ‘potenciais’ de Vetria como coerentes com esse plano. Nos casos acima, não nos perturba ver a ALL sacrificar alguma margem Ebitda (relação percentual entre receita líquida e geração operacional de caixa), em troca de que a outra empresa faça o investimento”, afirma.
Mas há um porém. “Reduzimos nossas estimativas para a empresa, uma vez que o crescimento da Brado/Ritmo implica margem Ebitda menor (em relação às nossas estimativas anteriores), mas com um cenário possivelmente melhor para o FCL (Fluxo de Caixa Livre). Devido às condições de tempo seco no Sul no Brasil, também continuamos cautelosos em termos de volumes”, explica Trent.
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Assim, ele reiterou a recomendação de compra para as ações da empresa, mas com um preço-alvo menor, passando de R$ 21,00 para R$ 20,00, um upside de 93,98% frente ao último fechamento, que foi de R$ 10,31.