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SÃO PAULO – O Citigroup elevou nesta terça-feira (13) sua recomendação aos papéis da HRT Petróleo (HRTP3) de manter para compra. Além disso, foi revisado para cima o preço-alvo do banco para os papéis, de R$ 1.970,00 para R$ 2.200,00 em 12 meses, configurando um potencial de valorização de 139,13% em relação ao último fechamento.
Os resultados das operações da empresa no Brasil com foco no potencial de petróleo são bons, de acordo com o analista Pedro Medeiros. Com isso, o Citi aguarda números relevantes nas perfurações, o que deve servir como importante vetor para a companhia. Adicionalmente, se for desccoberto petróleo, os resultados podem atuar como relevante gatilho para as ações.
Atualmente, existem 3 prospectos para perfuração de petróleo e 1 de gás, podendo adicionar aproximandamente mais R$ 120,00 no valor das ações, dependendo dos resultados desses poços mais profundos, comenta Medeiros. Contudo, fracos resultados poderiam significar uma redução inicial de R$ 80,00 por papel em relação ao valor patrimonial líquido, caso não esteja relacionado a fatores geológicos, completa.
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Segundo Medeiros, muito das suas preocupações com a companhia têm sido esclarecidas, por isso, ele acredita que os maiores riscos ficaram no passado. “Nós ainda esperamos mais visibilidade sobre as condições de earn-out da parceria com a TNK-BP e, com isso, vemos um upside nos níveis atuais”, complementa o analista.
Exploração de petróleo na Namíbia
A partir da data que o banco iniciou sua cobertura da HRT, a companhia duplicou a área de operação no território da Namíbia. Além disso, foi adicionado uma nova projeção potencial de 22,6 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) na região. De acordo com o Citi, a Namíbia conta com 65% do valor patrimonial líquido da HRT, podendo chegar a 86%.