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SÃO PAULO – Enquanto mídia e investidores especulam sobre os resultados do teste de estresse, o Citigroup evita ao máximo recorrer a novos recursos públicos no processo, afirmam agências internacionais.
O desprendimento da ajuda concedida pelo Estado ocorre após o banco ter recebido injeções emergenciais de US$ 52 bilhões no último ano, provenientes do programa TARP (Troubled Asset Relief Program), que tornaram o governo dono de ampla participação no capital da instituição por meio de ações preferenciais.
Estatização
Temendo que o dinheiro público injetado seja transformado em ações ordinárias, com poder decisório majoritário sobre a companhia, o banco planeja a venda de ativos não relacionados ao núcleo de seus negócios, a fim de responder às necessidades de capitalização que surjam como resultado do teste de estresse promovido por autoridades dos EUA.
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Fontes não-oficiais ouvidas por veículos norte-americanos, contudo, indicam que o banco buscará operações contábeis e novos parceiros privados para reduzir a necessidade indicada pelos reguladores.