Publicidade
SÃO PAULO – O presidente da Cielo (CIEL3), Rômulo Dias, anunciou nesta terça-feira (12), em evento realizado em São Paulo nesta manhã, a criação da Cielo LIO, uma “plataforma transformacional” que permite a captura de pagamentos, bem como a gestão e controle dos negócios e ainda serviços customizados para diferentes segmentos do varejo. O lançamento foi considerado pelo CEO como a “refundação” da empresa.
Este é um aparelho voltado ao varejo que reúne funções de celular inteligente e das conhecidas máquinas de pagamento eletrônico que funciona com um sistema operacional próprio da companhia, mas baseado no Android, do Google. A Cielo LIO tem plataforma aberta, permitindo a distribuição de aplicativos criados pela empresa de meios de pagamento e por outros desenvolvedores, como gerenciadores de mesas de restaurante e controle de estoque.
Em seu discurso, Dias destacou que a Cielo LIO deve estar disponível em 45 dias ao varejo, com expectativa de que atinja 50 mil unidades até o fim deste ano e um milhão em cinco anos. Sem revelar o investimento do projeto, que envolveu mais de 100 pessoas, o CEO afirmou que os recursos utilizados estão inseridos no orçamento de 2016.
Continua depois da publicidade
“Em um cenário de crise no varejo, vamos disponibilizar uma solução que permitirá aos varejistas controlar coisas que antes não eram controladas como fluxo de caixa, estoques”, disse o executivo, em conversa com jornalistas. “Não é simplesmente uma máquina que passa cartão”, acrescentou ele.
De acordo com a Cielo, a Cielo LIO conta com novas funções que vão dar agilidade e facilitar o dia a dia dos lojistas. “Repensamos a experiência do lojista. A ferramenta é simples e fácil de operar. Uma mudança na forma de comprar. Não é uma máquina, mas uma plataforma que representa o futuro da indústria”, afirmou a companhia.
O produto, que ainda não tem preço definido para os comerciantes, será produzido pelas brasileiras Quantum, fabricante de celulares que recebeu investimentos da Positivo Informática, e Gertec, especializada em sistemas de automação comercial. O aparelho tem como parceiros de software em varejo NCR, Linx e VTEX.
Continua depois da publicidade
O valor do projeto ainda não foi divulgado, “mas optamos por fazer esse negócio dentro de casa do início ao fim”, destacou o presidente da empresa. “O custo para o lojista será determinado por ele, de acordo com o serviço que escolher; esperamos fidelização maior de clientes e aumento de receitas. A expectativa é que atinja 50 mil unidades em todo Brasil até o fim do ano e um milhão nos próximos cinco anos”.
Veja o vídeo sobre a Cielo LIO:
(Com Reuters)
Continua depois da publicidade
Especiais InfoMoney:
Carteira InfoMoney rende 17% no 1º trimestre; 5 novos papéis entraram no portfólio de abril
Trader que perdeu R$ 285.000 com Telebras conta como deu a volta por cima
Continua depois da publicidade
André Moraes diz o que gostaria de ter aprendido logo que começou na Bolsa