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Siderurgia

CEO da CSN confirma que venderá fatia na Usiminas; ações ONs afundam 4%

Segundo o presidente da CSN, a venda da Usiminas vai depender das "oportunidades"

(Divulgação)
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SÃO PAULO – O presidente da CSN (CSNA3), Benjamin Steinbruch, confirmou nesta segunda-feira (13) que poderá vender fatia da Usiminas em programa de desinvestimentos e que, com certeza, espera vender outros ativos este ano. Após a declaração, as ações ordinárias da Usiminas afundaram na Bolsa: enquanto as ações ONs caíram 3,83%, a R$ 11,05, os papéis preferenciais subiram 5,6%, a R$ 4,33, em meio à euforia do mercado com notícia sobre a Vale. No mesmo sentido, os papéis da CSN dispararam 7,05%, a R$ 4,86.  

“Temos que olhar para uma realidade de juros em alta e temos que ter cuidado com o nível de endividamento”, disse Steinbruch, completando que uma eventual venda da fatia da empresa na Usiminas “vai depender das oportunidades”. 

Segundo ele, o processo de desinvestimentos será “devagarzinho”. A companhia buscará vender ativos não estratégicos e pouco rentáveis, disse a jornalistas, antes de participar do 26º Congresso do Aço. 

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As declarações de Steinbruch vão em linha com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira, que apontava que a companhia estaria em conversas com bancos para vender ativos em meio ao seu elevado endividamento. Com atuação em cinco áreas (siderurgia, mineração, cimento, logística e energia), a ideia seria se desfazer de negócios considerados não estratégicos, mas não descartaria a entrada de sócios em divisões importantes, como mineração, e venda de ativos de siderurgia da companhia no exterior.