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BRASÍLIA – O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira, com restrições, a compra da empresa de medicina diagnóstica MD1, que pertencia à Amil, pela Dasa (DASA3).
A operação permitiu que parte dos acionistas da Amil entrassem no capital da Dasa, com cerca de 26 por cento de participação.
As restrições do Cade, que fazem parte de um acordo (Termo de Compromisso de Desempenho) envolvem a alienação de ativos, no Rio de Janeiro, que somam um faturamento de 110 milhões de reais, segundo o relator do caso, conselheiro Ricardo Ruiz.
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“Estamos falando de três dezenas de pontos de coleta, de uma marca no Rio de Janeiro, de um conjunto de equipamentos e profissionais. E tudo isso será considerado em um único veículo de alienação”, disse Ruiz.
Segundo o conselheiro, os ativos no Rio terão de ser vendidos a um único comprador que não pode ter mais de 20 por cento de mercado na região.
Outra restrição prevê que a Dasa não poderá, por dois anos, fazer novas aquisições na cidade de São Paulo e em cidades do entorno e em Curitiba e São José dos Pinhais (PR). Já na região metropolitana do Rio de Janeiro, a companhia fica impedida de realizar qualquer operação de fusão, aquisição ou incorporação por três anos.
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Após esse período, a Dasa precisará notificar qualquer fusão ou aquisição ao Cade nesses mercados por mais dois anos, ainda que essas operações não se enquadrem nos critérios usuais de notificação ao órgão.