RADAR INFOMONEY Usiminas lucra R$ 1,2 bi: mas por que não empolga tanto? Confira no programa desta sexta

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Destaque de alta

Aumento de preços de celulose faz ações da Suzano dispararem mais de 4%

Papéis da companhia chegaram a subir 4,57%, diante da boa fase que a empresa está vivenciando

Setor de papel e celulose (Shutterstock)
Setor de papel e celulose (Shutterstock)

SÃO PAULO – A possibilidade da Suzano (SUZB5) de realizar um novo aumento de preço de celulose no início do ano que vem reflete positivamente em suas ações nesse pregão. Às 12h09 (horário de Brasília), os papéis da empresa subiam 4,25%, aos R$ 6,62 – próximo ao patamar máximo do dia, quando eram cotados a R$ 6,64, alta de 4,57% -, enquanto o Ibovespa avançava 1,30% aos 58.223 pontos. 

Segundo informações da Bloomberg, a companhia irá aumentar os preços já no dia 1° de janeiro. Procurada pelo InfoMoney, a empresa não foi encontrada para comentar o assunto. 

Embora já fosse esperado, um reajuste no preço da celulose é visto com bons olhos pelo mercado, já que contribui para aumentar a receita da empresa, disse o analista Henri Evrard, da Infinity Asset.

Além disso, ele aponta que a empresa está vivenciando uma boa fase devido à renovação de estoques na Ásia – que representa o principal destino de vendas da companhia -, o que corrobora para esse momento positivo, acrescenta o analista.

Entretanto, essa guinada para cima dos papéis não é recente. Desde agosto as ações iniciaram uma trajetória ascendente e subiram 63,46%. “Esse movimento aconteceu justamente quando a companhia anunciou o aumento de capital para expandir seus negócios, o que vem em linha com essa expectativa de melhora nos números da empresa”, comentou o analista Eduardo Machado, da Amaril Franklin.

Aumento de participação no Ibovespa
Outro ponto que chama atenção nesse pregão é a divulgação da 1ª prévia da carteira teórica do Ibovespa, que vai vigorar de 7 de janeiro a 3 de maio de 2013. A Suzano ganhou maior participação no índice, que foi de 0,67% para 0,78% – representando uma alta de mais de 15%.