Após desistência da Bats, Itaú eleva preço alvo da BM&FBovespa

Equipe do Itaú eleva preço-alvo de R$ 13,50 para R$ 14,10, mas diz que risco de concorrência não pode ainda ser ignorado

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SÃO PAULO – Depois de ser divulgada a notícia sobre a desistência da Bats de abrir uma bolsa no Brasil, o Itaú elevou suas projeções para as ações da BM&FBovespa (BVMF3). Segundo o jornal Valor Econômico publicou a Bats declarou que o custo para se estabelecer no País seria muito alto.

“Essa é uma boa notícia para a BM&FBovespa, pois reduz as chances de concorrência”, escreveram Alexandre Spada, Regina Longo Sanchez e Thiago Bovolenta Batista. Com a notícia, a institução aumentou o preço-alvo de R$ 13,50 para R$ 14,10, valor que sugere uma alta teórica de 9,56%.

Os analistas destacam, contudo, que decidiram manter um certo desconto nas ações da bolsa, pois o risco de concorrência ainda não está descartado. Na mesma reportagem, o grupo Direct EDGE relatou que pretende entrar no mercado brasileiro, mas utilizando serviços de liquidação e custódia da BM&FBovespa.

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A equipe acrescenta que em outro artigo foi divulgado que a LSE assinou um acordo com a Bovesba para estudar o mercado brasileiro e, eventualmente, criar uma nova bolsa no País para competir com a BM&FBovespa.

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