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SÃO PAULO – Após abertura em queda expressiva, refletindo o clima mais adverso dos mercados nesta quinta-feira (7), o dólar comercial passa a operar sem tendência definida pela tarde, oscilando entre leves altas e baixas.
O diretor de políticas econômicas do Banco Central, Mário Mesquita, negou que as intervenções realizadas pelo BC no mercado cambial tenham sido feitas para beneficiar as exportações. Por sua vez, o Tesouro Nacional anunciou a reabertura da captação de recursos no mercado internacional através de títulos estrangeiros, com vencimento em janeiro de 2019.
Novos rumores a respeito do resultado dos testes de estresse nos EUA continuam a mexer com o humor dos investidores. A sessão ainda contou com prejuízo líquido de US$ 5,9 bilhões da General Motors, no seu resultado operacional do primeiro trimestre do ano. Internamente, resultados de importantes empresas também tomam a atenção dos investidores, com destaque para Vale, Gerdau e TAM.
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Agenda
Nos EUA, destaque para os dados sobre o mercado de trabalho: enquanto o Initial Claims apontou 601 mil novos pedidos de auxílio desemprego na semana passada, a produtividade média do trabalhador cresceu 0,8% no primeiro trimestre. Ambos vieram melhores que o esperado.
No Brasil, os números do IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) de abril e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a previsão para safra de grãos de 2009 e sobre o desempenho regional da indústria brasileira em março são analisados. A sessão ainda contou com a divulgação da ata do Copom (Comitê de Política Monetária).
Divulgados há pouco, os dados da BM&F Bovespa sobre a participação do investidor estrangeiro na bolsa brasileira também influenciam os negócios.
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Confira as cotações do dólar
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,1060 na compra e R$ 2,1080
na venda, baixa de 0,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 9,21%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 3,44% em maio, frente
à baixa de 5,58% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 9,80%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho
opera cotado a R$ 2.122,
leve baixa em relação ao fechamento
de R$ 2.124
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera em leve alta,
atingindo R$ 2.138 frente
à R$ 2.137 do fechamento de
quarta-feira.