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SAÕ PAULO – Apesar de os resultados trimestrais da Gerdau (GGBR4) terem mostrado retração de 41% no lucro luquido sobre o resultado obtido um ano antes e recuo anual de 24% no Ebitda (geração operacional de caixa), analistas afirmam que os resultados vieram em linha com o mercado.
Para a Ágora Corretora, o lucro liquido permaneceu consistente, enquanto o Ebitda veio acima das expectativas da da Àgora Corretora, em função do maior faturamento no período. “Analisando, separadamente, destacamos que a rentabilidade operacional (Ebitda) das unidades brasileiras atingiu 15% no 2T11, dois p.p a mais sobre o trimestre anterior, refletindo a maior demanda advinda do segmento de construção civil”, afirma a analista Cristiane Viana, da Ágora.
Avaliação dos resultados
Na visão do analista Victor Penna, da BB Investimentos, a queda nos preços praticados e incremento no CPV da ON Brasil, foi o principal fator que resultou no menor faruramento e margens de rentabilidade no ano, no entando, a corretora avalia positivamento o desempenho das ONs Brasil e Aços Especiais sobre o 1T11, “cujos crescimentos em volumes com melhores preços praticados resultaram em um faturamento superior ao aumento dos custos das matérias primas”, explica Penna.
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No entanto, a Ativa Corretora ressalta que a companhia continua sofrendo com o reflexo do aumento do preço das matérias primas no custo e o impacto negativo da valorização do Real na competitividade da Operação Brasil. “Ressaltamos que os principais drivers para as ações da Gerdau são o desdobramento político da elevação do teto da dívida dos Estados Unidos e o nível de atividade do país”, completa a eqiope de analistas da corretora.
Recomendações
Com base nas avaliações, a Ágora mantém a recomendação de compra para as ações da companhia, sugerindo preço-alvo para as referenciais de R$ 39, um upsite de 219,7 em relação ao fechamento do dia 4 de agosto – com uma visão de retorno de médio e longo prazo.
A Ativa também mantém recomendação de compra para a GGBR4, estimando preço-alvo de R$ 24,80 para junho de 2012, com valorização de 103,5% no período, se comparado ao fechamento do dia 4 de agosto.