Amazon (AMZN34) cortará mais 9.000 empregos em segunda rodada de demissões

Na semana passada, a Meta Platforms, dona do Facebook, disse que cortará 10.000 empregos este ano, após uma primeira leva de demissões

Equipe InfoMoney

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A Amazon.com Inc disse nesta segunda-feira (20) que cortará mais 9.000 empregos em suas unidades de serviços de nuvem, recursos humanos, publicidade e grupos de serviços de transmissão ao vivo do Twitch. O corte é mais um dos , sendo a mais recente empresa de Big Tech a anunciar uma segunda rodada de demissões diante de uma possível recessão.

O presidente-executivo, Andy Jassy, anunciou os cortes internamente dizendo que ocorreriam nas próximas semanas e explicou que a empresa adicionou uma quantidade substancial de funcionários nos últimos anos, mas a economia incerta a forçou a optar por cortes de custos e pessoal. “Dada a economia incerta em que residimos e a incerteza que existe no futuro próximo, optamos por ser mais simplificados em nossos custos e quadro de funcionários”, escreveu em seu memorando, publicado posteriormente no blog corporativo da Amazon.

No mês passado, a empresa fundada por Jeff Bezos encerrou uma rodada de demissões que totalizaram cerca de 18.000 trabalhadores. Na ocasião, essas demissões atingiram principalmente as equipes de recrutamento e recursos humanos e equipes de dispositivos da Amazon.

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A Amazon empregada cerca de 1.540.000 em todo o mundo até o fim de dezembro. A maioria desses funcionários trabalha na linha de embalagem e despacho de produtos em armazéns enquanto 350.000 deles são funcionários corporativos (e alvos dos mais recentes cortes).

O anúncio de novas demissões acontece menos de uma semana da Meta, dona do Facebook, Instagram e Whatsapp, anunciou que estava demitindo outros 10.000 funcionários e fechando cerca de 5.000 vagas adicionais em sua segunda grande rodada de cortes de empregos. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, disse aos funcionários durante uma recente reunião interna que o clima econômico de demissões e reestruturações pode durar “muitos anos” e que este será o “ano da eficiência”.

Além de Amazon e Meta, outras gigantes de tecnologia fizeram grandes ajustes, como a Alphabet, controladora do Google, a Microsoft, a IBM e a Dell.

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