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SÃO PAULO – Os papéis da Petrobras (PETR3,PETR4) terminaram o pregão desta quarta-feira (6) entre as maiores desvalorizações do Ibovespa, após instituições financeiras terem cortado as suas recomendações para as ações da petrolífera.
As ações PN da companhia recuaram 4,15%, terminando cotadas a R$ 25,86, enquanto os ativos ON tiveram queda de 3,98%, valendo R$ 29,18, ocupando respectivamente a terceira e a quarta colocação na ponta vendedora do índice. Vale mencionar que o Ibovespa declinou 1,04%, indo para 70.541 pontos.
A depreciação dos papéis da Petrobras poderia ser bem maior, caso eles tivessem fechados em suas mínimas alcançadas no intraday. O papel PETR4 chegou a ser negociado a R$ 25,59, ao passo que PETR3 atingiu os R$ 28,88 – quedas de 5,15% e 4,97%, respectivamente.
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Os ativos preferenciais da estatal também ganharam destaque pelo volume financeiro. Ao todo, essas ações movimentaram R$ 1,765 bilhão, o maior giro da bolsa brasileira neste pregão, resultado obtido através de 46.087 negócios concluídos.
Recomendações
Nesta sessão, o Barclays reduziu a recomendação para os ADRs (American Depositary Receipts) listados na NYSE da categoria overweight (peso acima da média do mercado) para equalweight (na média do mercado). A justificativa se dá em função dos efeitos diluidores da recente capitalização passada pela companhia.
Já o Itaú, através de relatório da analista Paula Kovarsky, reduziu a recomendação da empresa de outperform (desempenho acima da média do mercado) para market perform (desempenho em linha com a média do mercado), citando que os ativos da Petrobras são negociados com múltiplos acima das principais petrolíferas do mundo.