Ação da PDG Realty recua 7,24% e lidera perdas do Ibovespa na semana

Companhia apresentou alta de 19,73% no começo do mês; Hering registra queda de 7,00% na sua segunda semana no índice

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SÃO PAULO – A PDG Realty (PDGR3) se destacou no campo negativo do Ibovespa na semana que se estendeu de 12 à 16 de setembro, com queda de 7,24% durante o período, cotada a R$ 7,18. Essa performance foi contrária à performance do índice, que avançou 2,57% nesse tempo.

As ações podem estar realizando um movimento de correção após a forte elevação no início do mês, quando refletiam o otimismo do mercado com o setor imobiliário após o corte na taxa básica de juros brasileira. Após o avanço de 19,73% na semana que teve término no dia 2 de setembro, a PDG iniciou seu movimento de correção, com recuo de 3,37% na semana posterior.

Mesmo com a queda das últimas duas semanas, a ação da imobiliária ainda apresenta alta de 7,32% frente o fechamento anterior ao começo de sua escalada, no dia 26 de setembro, quando se especulava o corte na taxa de juros. Porém, as ações apresentam desempenho negativo quando se olha um período de tempo mais longo, com recuo 28,09% desde o começo do ano. 

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As boas perspectivas para o setor resultaram em uma maior presença das empresas imobiliárias em carteiras recomendadas para setembro, com a própria PDG tendo suas recomendações aumentadas de sete para 11 no mês.

O mercado também não se convence por inteiro de que o corte na Selic eleve o desempenho das imobiliárias, já que financiamento imobiliário brasileiro vem de veículos como o FGTS (Fundo de Garantia por Trabalho e Serviço) e a poupança, que não possuem lastro nessa taxa, mas sim na TR (Taxa Referencial). 

Ponta perdedora do Ibovespa
Logo atrás da PDG, a Hering (HGTX3), que completou a sua segunda semana no Ibovespa com queda de 7,00%, cotada a R$ 32,55. Desde que estreiou no índice, a Hering tem apresentado desempenho negativo, apresentando desvalorização de 7,92% nesse período. 

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Outras ações a apresentarem forte queda na semana foram a Hypermarcas (HYPE3, R$ 11,97, -6,78%),  Braskem (BRKM5, R$ 16,25, -5,74%), MRV Engenharia (MRVE3, R$ 12,24, -5,04%) e CCR (CCRO3, R$ 46,20, -4,88%).