Publicidade
WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que está pedindo ao Departamento de Justiça que investigue os supostos vínculos de Jeffrey Epstein com o JPMorgan e várias figuras democratas proeminentes, incluindo o ex-presidente Bill Clinton.
A solicitação foi feita depois que um comitê do Congresso divulgou milhares de documentos que levantaram novas questões sobre o relacionamento de Trump com o criminoso sexual condenado.
Além de Clinton, que se relacionou com o financista no início dos anos 2000, Trump disse que pediu ao Departamento de Justiça que investigue o ex-secretário do Tesouro Larry Summers e Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, que também é um importante doador democrata.
Continua depois da publicidade

EUA aprovam venda de armas para Taiwan por US$ 330 milhões, a primeira sob Trump
Washington tem laços diplomáticos formais com Pequim, mas mantém laços não oficiais com Taiwan e é o fornecedor de armas mais importante da ilha

BBC pede desculpas a Trump por edição de discurso, mas diz que não houve difamação
A BBC afirmou que não há planos de retransmitir o documentário, que juntou trechos do discurso proferidos com quase uma hora de intervalo
“Epstein era um democrata, e ele é problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu ele nas mídias sociais. “Todos sabem sobre ele, não perca seu tempo com Trump. Eu tenho um país para governar!”
O Departamento de Justiça não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. O JPMorgan não estava imediatamente disponível para comentar.
As outras pessoas nomeadas por Trump não puderam ser contatadas imediatamente para comentar.
Embora nove em cada dez republicanos digam que aprovam o desempenho de Trump na Casa Branca em geral, apenas quatro em cada dez dizem que aprovam a maneira como ele lidou com os arquivos Epstein, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada em outubro.