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Kim Yo Jong, a poderosa irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, rejeitou em comunicado divulgado nesta quinta-feira os apelos internacionais para uma desnuclearização do país. Segundo ela, a posição norte-coreana como Estado com armas nucleares “é absoluta e não pode ser revertida”
As declarações foram uma resposta às críticas levantadas na 70ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em Viena, de que a Coreia do Norte estava violando as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
A agência não inspeciona as instalações nucleares da Coreia do Norte desde 2009.
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Segundo a agência estatal de notícias KCNA, Kim disse que aqueles que buscam mudar o status atual da Coreia do Norte deveriam entender “o quão miserável ela é e o quão inútil ela é”, acrescentando que eles “só ouviriam a palavra de idiotas que ignoram a lei do mundo” se acreditassem que tais esforços são possíveis.
“Por mais desesperadamente que a AIEA e o Ocidente possam realizar reuniões periódicas e discutir a desnuclearização segundo o cenário fixo, eles não podem ter efeito sobre a vontade e a capacidade da RPDC de tomar todas as medidas necessárias para defender os interesses supremos do Estado”, disse.
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A declaração também ocorre após um representante russo na AIEA criticar a agência na semana passada por reportar sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, argumentando que ela não poderia tirar conclusões confiáveis sem acesso direto ao país.