Secretário dos EUA diz que vai analisar práticas de empresas de cartão de crédito

Scott Bessent afirmou que governo pode discutir limites e condutas do setor após fala de Trump

Reuters

Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, fala com membros da mídia em frente à Casa Branca, em Washington, DC, EUA, na quarta-feira, 5 de novembro de 2025. A Suprema Corte dos EUA demonstrou ceticismo em relação às amplas tarifas globais do presidente Donald Trump, enquanto juízes-chave sugeriram que ele ultrapassou sua autoridade com sua política econômica emblemática. Fotógrafo: Eric Lee/Bloomberg
Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, fala com membros da mídia em frente à Casa Branca, em Washington, DC, EUA, na quarta-feira, 5 de novembro de 2025. A Suprema Corte dos EUA demonstrou ceticismo em relação às amplas tarifas globais do presidente Donald Trump, enquanto juízes-chave sugeriram que ele ultrapassou sua autoridade com sua política econômica emblemática. Fotógrafo: Eric Lee/Bloomberg

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WASHINGTON, 20 Jan (Reuters) – O ‍secretário do Tesouro dos ⁠EUA, Scott Bessent, disse nesta terça-feira ‍que não seria descabido discutir as práticas das empresas de cartão de ‌crédito e que vários pontos podem ser considerados.

‘Acho que há muitas coisas que podemos analisar em relação aos cartões de crédito, em termos de ‌suas práticas e comportamentos, e ‌veremos aonde isso nos leva’, disse Bessent em entrevista à CNBC durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Na semana passada, o presidente ‌dos EUA, Donald Trump, defendeu limite de um ano para as ​taxas de juros dos cartões de crédito, e a senadora democrata Elizabeth Warren, defensora de longa data da proteção financeira do consumidor, afirmou que o presidente republicano entrou em contato para discutir a ideia.

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‘Eu diria que, em termos de direção, o ​presidente ⁠e o ⁠governo concordam com muitas das políticas da senadora ‌Warren, de que os membros mais pobres da sociedade não devem pagar mais’, disse Bessent. ‘Mas ela ‍quer controlar o crédito. Ela quer impor mais regulamentações.’

Segundo Bessent, ​isso levou ‌à falência de bancos pequenos e comunitários. Para ‍ele, o resultado foi oposto.

‘Mas, novamente, acho que não é descabido discutir as práticas dessas empresas de cartão de crédito’, acrescentou Bessent.

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(Reportagem de Doina Chiacu)