Reino Unido: Rachel Reeves será a 1ª mulher em 800 anos a ser ministra das Finanças

Reeves, de 45 anos, ex-economista do Banco da Inglaterra, passou seu tempo na oposição consertando as relações de seu partido com a comunidade empresarial do país

Equipe InfoMoney

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O novo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, começou a formar sua equipe ministerial nesta sexta-feira, após a vitória esmagadora do Partido Trabalhista na eleição da véspera, nomeando Rachel Reeves, de 45 anos, como a primeira ministra das Finanças do país, e Angela Rayner como vice-premiê.

Ex-economista do Banco de Inglaterra e fundamental na abordagem trabalhista aos negócios, se torna assim a primeira mulher em 800 anos a ocupar o cargo. Reeves é apaixonada pelo enxadrismo, tendo vencido seu primeiro torneio de xadrez aos 7 anos e tornando-se campeã nacional aos 14.

Reeves passou seu tempo na oposição consertando as relações de seu partido com a comunidade empresarial do país, que estiveram tensas sob o comando do ex-líder trabalhista Jeremy Corbyn, e defendendo aos eleitores que as finanças podem ser confiadas ao partido.

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Starmer ainda nomeou David Lammy como o novo ministro das Relações Exteriores e John Healey como ministro da Defesa, enquanto Yvette Cooper se tornou ministra do Interior, supervisionando a segurança interna e o policiamento.

Lammy e Healey assumem o cargo em um momento de dois grandes conflitos globais e têm prometido manter o apoio contínuo à Ucrânia em sua guerra com a Rússia e pressionar por um cessar-fogo nos combates em Gaza.

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Starmer se comprometeu a ajudar a reconstruir o Reino Unido e a proporcionar estabilidade política após 14 anos de governo do Partido Conservador, que contou com cinco primeiros-ministros e uma rotatividade ainda maior de outros cargos importantes, incluindo 10 ministros da Educação.

Wes Streeting foi nomeado ministro da Saúde, assumindo o comando de uma pasta que supervisionará o Serviço Nacional de Saúde britânico, uma das maiores preocupações na mente dos eleitores antes da eleição.

(com Reuters)