Presidente de Taiwan acusa China de pressão e cancela viagem ao Sul da África

Lai Ching-Te alegou "ações coercitivas" por para que países ao longo do voo não liberassem seus espaços aéreos

Estadão Conteúdo

O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, acena para a multidão no Dia Nacional para comemorar o 113º aniversário da República da China, nome formal de Taiwan, em Taipei, Taiwan, em 10 de outubro de 2024. REUTERS/Ann Wang
O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, acena para a multidão no Dia Nacional para comemorar o 113º aniversário da República da China, nome formal de Taiwan, em Taipei, Taiwan, em 10 de outubro de 2024. REUTERS/Ann Wang

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O presidente de Taiwan, Lai Ching-Te, decidiu cancelar nesta terça-feira (21) uma viagem que faria para Eswatini, no sul da África, alegando “ações coercitivas” por parte da China para que países ao longo da rota do voo não liberassem seus espaços aéreos. “Antes da minha visita a Eswatini, vários países ao longo da nossa rota de voo revogaram abruptamente a autorização de sobrevoo sob pressão da China”, alegou o líder taiwanês em postagem no X.

Segundo Lai, apesar das “ameaças e coerção” por parte dos chineses, o governo de Taiwan segue determinado em “construir amizades ao redor do mundo com parceiros de mentalidade semelhante” e em dar “contribuições à comunidade global”.

O secretário-geral do Gabinete Presidencial, Pan Meng-an, informou mais cedo que Seychelles, Madagascar e Ilhas Maurício haviam revogado a autorização de sobrevoo do avião que levaria o presidente taiwanês a Eswatini.

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*Com informações da Associated Press