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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu neste domingo (7) a abertura de uma investigação sobre o achado de dois corpos na beira do mar em um povoado na fronteira com a Venezuela e sugeriu que as mortes podem ter sido causadas por um bombardeio americano no Caribe.
Na quinta-feira (4) a rede pública de televisão RTVC informou sobre a descoberta de dois corpos nesse povoado e de vários outros no lado venezuelano, sem precisar o número.
“Peço ao Instituto de Medicina Legal que estabeleça as identidades (…). Podem ser mortos por bombardeio no mar”, escreveu Petro na rede social X. Um porta-voz da polícia confirmou à AFP que os corpos foram encontrados em uma praia de pescadores no departamento de La Guajira (norte).
Em outubro, Petro já havia acusado Washington de violar a soberania colombiana e de matar um pescador durante operações militares americanas contra o narcotráfico no Mar do Caribe.

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Segundo ele, o colombiano Alejandro Carranza morreu em um dos ataques realizados por forças dos Estados Unidos que, desde agosto, têm concentrado ações na Venezuela e em áreas próximas às águas territoriais da Colômbia.
À época, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Colômbia não receberá mais subsídios americanos. Em publicação na rede social Truth Social ele justificou a medida dizendo que o presidente colombiano, Gustavo Petro, é um líder do tráfico de entorpecentes, “que incentiva fortemente a produção maciça de drogas”. O chefe da Casa Branca, porém, não apresentou provas sobre suas acusações.
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Na ocasião, o presidente colombiano negou qualquer vínculo com o narcotráfico e disse não compreender “a ganância” que, segundo ele, define o capitalismo.