Publicidade
O governo federal do Paquistão acusou, nesta segunda-feira, 12, a administração provincial – liderada pelo partido do ex-primeiro-ministro preso Imran Khan – de atuar em estreita colaboração com o Talibã paquistanês, citando esse suposto conluio para justificar a suspensão do governo provincial, ocorrida no dia anterior.
O ministro da Informação, Attaullah Tarar, afirmou que o governo dispunha de “provas sólidas” para embasar suas alegações.
Ele declarou que a suspensão e a imposição de estado de emergência na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do país, permitirão que as forças de segurança e a nova administração coordenem melhor os esforços de combate ao terrorismo.
Continua depois da publicidade
O ministro da Justiça, Azam Nazeer Tarar, informou que o governo provincial foi suspenso por pelo menos seis meses, mas não estabeleceu um prazo para o fim do estado de emergência. O ministro-chefe Sohail Afridi, a principal autoridade eleita da província, foi detido pelo governo após ser destituído do cargo.
O ministro da Informação acusou Afridi de facilitar as ações do Talibã paquistanês, grupo suspeito de estar por trás da onda de violência registrada nos últimos anos.
O Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP) é um grupo distinto, porém um aliado próximo do Talibã afegão, que retornou ao poder no Afeganistão em 2021. Fonte: Associated Press.
Continua depois da publicidade
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
