Netanyahu diz ter tratado de tumor; relatório médico foi atrasado por guerra

Em postagem no X, Netanyahu disse que, há um ano e meio, passou por uma cirurgia bem-sucedida na próstata devido a um aumento benigno

Estadão Conteúdo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, gesticula durante coletiva de imprensa conjunta com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (não aparece na imagem), no Gabinete do Primeiro-Ministro, durante visita de Rubio, em Jerusalém, em 15 de setembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard/Pool.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, gesticula durante coletiva de imprensa conjunta com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (não aparece na imagem), no Gabinete do Primeiro-Ministro, durante visita de Rubio, em Jerusalém, em 15 de setembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard/Pool.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que passou por tratamento de um tumor maligno “em estágio muito inicial, sem qualquer disseminação ou metástases”, após a divulgação de seu relatório médico anual.

Em postagem no X, Netanyahu disse que, há um ano e meio, passou por uma cirurgia bem-sucedida na próstata devido a um aumento benigno e que, desde então, vinha sendo acompanhado rotineiramente por médicos.

No último check-up, foi detectado um ponto de menos de um centímetro na próstata, e os médicos disseram que o premiê poderia optar por realizar o tratamento ou não, já que, naquele caso, era possível conviver com o tumor.

“Estou saudável, estou em excelente forma física. Tive um pequeno problema médico na próstata que foi completamente tratado”, escreveu. “Quando recebo informações a tempo sobre um possível perigo, quero tratá-lo imediatamente. Isso vale tanto no nível nacional quanto no pessoal”, acrescentou. Segundo ele, o ponto desapareceu completamente.

O premiê disse que pediu que a publicação do relatório médico fosse adiada em dois meses para que não fosse divulgada “no auge da guerra”, a fim de não permitir “que o regime de terror no Irã espalhasse mais propaganda falsa contra Israel”, também em publicação no X.