Netanyahu diz que fará ‘zona de segurança’ no sul do Líbano apesar de cessar-fogo

Segundo Netanyahu, as forças do país farão uma zona de segurança de dez quilômetros em torno do país vizinho

Estadão Conteúdo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, gesticula durante coletiva de imprensa conjunta com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (não aparece na imagem), no Gabinete do Primeiro-Ministro, durante visita de Rubio, em Jerusalém, em 15 de setembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard/Pool.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, gesticula durante coletiva de imprensa conjunta com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (não aparece na imagem), no Gabinete do Primeiro-Ministro, durante visita de Rubio, em Jerusalém, em 15 de setembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard/Pool.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta quinta-feira, 16, que o Exército israelense continuará no Líbano mesmo após o anúncio do presidente americano Donald Trump de um cessar-fogo que incluiria também o Hezbollah. Segundo Netanyahu, as forças do país farão uma zona de segurança de dez quilômetros em torno do país vizinho.

“Não vamos sair”, disse Netanyahu em mensagem de vídeo divulgada pelo seu gabinete. “Essa zona de segurança nos permite impedir a invasão de nossas comunidades e prevenir ataques antitanque contra elas”, acrescentou.

O líder israelense disse que o país tem a chance de assinar um acordo de paz histórico com o Líbano, mas reiterou a exigência de Israel pelo desarmamento do Hezbollah. Segundo Netanyahu, Trump também teria concordado em manter o bloqueio naval no Estreito de Ormuz.

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