‘Não sou ditador’, diz Trump sobre planos de federalizar polícias municipais dos EUA

Trump declarou que a capital federal era "o lugar mais perigoso" do país há 11 dias, quando começou a intervenção federal, e que agora "é, talvez, o mais seguro"

Estadão Conteúdo

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita ao Kennedy Center, em Washington
13/08/2025 REUTERS/Kevin Lamarque
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita ao Kennedy Center, em Washington 13/08/2025 REUTERS/Kevin Lamarque

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que seja um “ditador” ao anunciar planos de federalizar as polícias municipais de “algumas cidades do país”, repetindo o modelo já aplicado em Washington neste mês para, segundo ele, “descriminalizar os locais”. “Não gosto de ditadores”, afirmou o republicano na Casa Branca.

Trump declarou que a capital federal era “o lugar mais perigoso” do país há 11 dias, quando começou a intervenção federal, e que agora “é, talvez, o mais seguro”.

Entre as medidas anunciadas, o presidente assinou uma ordem executiva que elimina a possibilidade de fiança sem pagamento para suspeitos detidos em Washington, reforçando a política de endurecimento da segurança na cidade.

Também foi editado um decreto que estabelece punições a quem profanar a bandeira americana, seja queimando-a ou desrespeitando-a de outra forma. “Se queimar uma bandeira, você fica um ano na cadeia.”

De acordo com Trump, o texto determina que essas pessoas “enfrentem processo judicial”. O governo informou que os comunicados integrais dos decretos serão divulgados ainda nesta segunda-feira, 25.