Mais de 100 mil pessoas estão sem energia elétrica no Havaí após furacão Lala

As autoridades relataram uma morte em um acidente de carro

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Quase 130 mil clientes ⁠estavam sem energia elétrica no Havaí na manhã deste ‌domingo, depois que o furacão Lala atingiu a Ilha Grande antes de ser rebaixado para tempestade tropical.

Dados do ‌poweroutageus.com às 4h35 (horário local) indicavam que a maioria das áreas afetadas estava na Ilha Grande, no Condado de Honolulu e no Condado de Maui. A Hawaiian Electric alertou os clientes na noite de sábado que os trabalhos de ⁠reparo ‌estavam sendo dificultados pelos ventos e chuvas com força ⁠de furacão, citando estradas alagadas e árvores caídas.

Um vídeo divulgado pelo Departamento de Transportes do Havaí mostrou as águas da enchente invadindo as estradas. As autoridades relataram uma morte em um acidente de carro. Duas ​casas foram levadas pela correnteza, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.

Cynthia Totty-Hefley, moradora da Ilha Grande, disse no ​sábado que estava com ‘um pouco de ansiedade’ em relação à subida das águas. ‘O que mais me preocupa é… o oceano invadindo minha casa’, disse ela à emissora local KITV.

Um alerta do Centro Nacional de Furacões, emitido ‌às 2h da manhã, previu mais ​10 a 20 cm de chuva na Ilha Grande e na ilha de Maui, no lado leste, o que significaria um total de 76 ⁠a 89 cm ​desde que Lala ​começou a atingir o Havaí na noite de sexta-feira.

Embora a tempestade tenha ⁠passado raspando pela costa, o ​governador Josh Green alertou os moradores das ilhas para que permanecessem em suas casas, já que os meteorologistas previram danos consideráveis.

As ​autoridades meteorológicas dos EUA rebaixaram o Lala para tempestade tropical, mas seus ventos máximos sustentados de ​112 km/h estavam ⁠pouco abaixo da categoria de furacão. O Centro Nacional de Furacões continuou a ⁠alertar sobre condições que representavam risco de vida.

No sábado, os ventos máximos sustentados de Lala atingiram 120 km/h, o que a classifica como um furacão de categoria 1.

(Reportagem de Michelle Conlin em Nova York e Norihiko Shirouzu em Austin, ​Texas)

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