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WASHINGTON, 10 Mar (Reuters) – O principal general dos Estados Unidos disse nesta terça-feira que, embora o Irã esteja lutando, não é mais formidável do que Washington pensava, enquanto os EUA se preparam para o dia mais intenso de ataques contra o Irã na guerra até agora.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, disse aos repórteres que os Estados Unidos estão realizando ataques contra navios iranianos que colocavam minas marítimas e que o Pentágono analisará uma série de opções se for encarregado de escoltar navios pelo Estreito de Ormuz.
A guerra fechou de fato o Estreito de Ormuz, um ponto de estrangulamento para o transporte global de petróleo e gás natural liquefeito, deixando os navios-tanque impossibilitados de navegar por mais de uma semana e forçando os produtores a interromper a produção à medida que a capacidade de armazenamento se esgota.
‘Acho que eles estão lutando, e respeito isso, mas não acho que sejam mais formidáveis do que pensávamos’, disse Caine.

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O líder americano também prometeu destruir alvos que “tornarão virtualmente impossível para o Irã se reconstruir, como Nação, novamente”

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Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou aumentar a guerra com o Irã se o país bloquear os carregamentos de petróleo do Oriente Médio, mesmo quando previu um fim rápido para o conflito.
Durante a coletiva de imprensa no Pentágono, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que os Estados Unidos realizarão o dia mais intenso de ataques contra o Irã nesta terça-feira.
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Hegseth reiterou que essa não seria uma guerra sem fim e disse que Trump decidirá quando a campanha dos EUA terminará.
Os Estados Unidos realizaram ataques contra mais de 5.000 alvos nos primeiros 10 dias da campanha, inclusive contra mais de 50 navios de guerra, disse Caine.