‘Há violação flagrante do cessar-fogo’, diz presidente do Parlamento do Irã

Presidente do Parlamento do Irã afirmou que o cessar-fogo exige o fim da beligerância e dos bloqueios navais, reforçando que o país não cederá a intimidações externas

Estadão Conteúdo

Navios de carga no Golfo, próximos ao Estreito de Ormuz, vistos do norte de Ras al-Khaimah, perto da fronteira com a província de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã, nos Emirados Árabes Unidos, em 11 de março de 2026. REUTERS
Navios de carga no Golfo, próximos ao Estreito de Ormuz, vistos do norte de Ras al-Khaimah, perto da fronteira com a província de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã, nos Emirados Árabes Unidos, em 11 de março de 2026. REUTERS

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O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Ghalibaf, afirmou nesta quinta-feira (23) que um cessar-fogo completo só tem sentido “se não for violado pelo cerco marítimo e pelo sequestro da economia mundial”. Em publicação no X, ele também destacou que a trégua total precisa que a “beligerância dos sionistas” em todos os fronts seja interrompida.

“A reabertura do Estreito de Ormuz não é possível com uma violação flagrante do cessar-fogo”, acrescentou na postagem.

Sem deixar claro se tratava sobre EUA ou Israel, Ghalibaf disse que os inimigos não alcançaram seus objetivos com a agressão militar e nem o alcançarão com intimidação. “O único caminho é aceitar os direitos da nação iraniana”, concluiu.