Governo Trump suspende pagamentos de US$1 bi do Medicaid à Califórnia e a Minnesota

A suspensão é a mais recente de uma série de ​suspensões de pagamentos, principalmente em Estados governados por democratas

Reuters

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS), Robert F. Kennedy Jr., participam de um evento da Comissão Make America Healthy Again (MAHA), na Sala Leste da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 22 de maio de 2025. REUTERS/Evelyn Hockstein/Foto de arquivo
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS), Robert F. Kennedy Jr., participam de um evento da Comissão Make America Healthy Again (MAHA), na Sala Leste da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 22 de maio de 2025. REUTERS/Evelyn Hockstein/Foto de arquivo

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O governo Trump ⁠está suspendendo mais de US$1 bilhão ‌em pagamentos do Medicaid à Califórnia e a Minnesota “devido a suspeitas de fraude ‌e descumprimento de normas”, disse nesta terça-feira o secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr.

“Se esses Estados quiserem esse dinheiro, precisam apresentar documentação ⁠comprovando ‌que esses pagamentos são legítimos”, disse ⁠Kennedy em uma coletiva de imprensa ao lado do administrador do CMS, dr. Mehmet Oz.

A suspensão é a mais recente de uma série de ​suspensões de pagamentos, principalmente em Estados governados por democratas, à medida que ​o vice-presidente JD Vance, Kennedy e Oz lideram uma campanha que a Casa Branca chamou de guerra “implacável” contra a fraude.

Kennedy disse que o governo ‌suspeita que grande parte ​dos gastos questionáveis na Califórnia envolva serviços domiciliares, além de 14 áreas de alto risco que o ⁠próprio ​auditor legislativo ​de Minnesota identificou como vulneráveis à fraude.

Oz e Kennedy ⁠não apresentaram provas da ​suposta fraude.

Kennedy disse que também estava ampliando a autoridade de exclusão tanto para os ​Centros de Serviços do Medicare e do Medicaid quanto para o ​Escritório do ⁠Inspetor-Geral do Departamento de Saúde, permitindo que eles removam “malfeitores” ⁠dos programas federais de saúde e, potencialmente, os proíbam permanentemente de retornar.

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