González, “herdeira” de Correa, vai ao segundo turno com Noboa no Equador

Noboa e González duelam agora por um mandato completo, de quatro anos, em meio a promessas de reduzir a criminalidade no país

Estadão Conteúdo

A candidata presidencial do Equador, Luisa Gonzalez, discursa em uma reunião enquanto a contagem de votos para as eleições presidenciais continua, em Quito, Equador, em 9 de fevereiro de 2025. REUTERS/David Diaz Arcos
A candidata presidencial do Equador, Luisa Gonzalez, discursa em uma reunião enquanto a contagem de votos para as eleições presidenciais continua, em Quito, Equador, em 9 de fevereiro de 2025. REUTERS/David Diaz Arcos

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O presidente do Equador, Daniel Noboa, e a candidata de esquerda Luisa González avançaram no domingo (9) para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o dia 13 de abril. O pleito será uma repetição da disputa de outubro de 2023, na qual Noboa conquistou um mandato-tampão de 16 meses, após a renúncia de Guillermo Lasso.

Noboa e González duelam agora por um mandato completo, de quatro anos, em meio a promessas de reduzir a criminalidade no país. O Equador vive um surto de violência relacionado ao tráfico de cocaína produzida nos vizinhos Colômbia e Peru.

Com 89,3% da apuração das eleições de domingo já realizada, Noboa somava 44,4% dos votos, contra 43,9% de González, uma advogada que tem o apoio do ex-presidente Rafael Correa. Os outros 14 candidatos apareciam bem atrás dos dois líderes.

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Uma pesquisa de boca de urna chegou a prever a reeleição de Noboa, com pouco mais de 50% dos votos, mas o desempenho da rival surpreendeu e levou o pleito para o segundo turno.