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As forças do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciaram que iniciaram novos ataques contra o Irã, por ordem do presidente Donald Trumpe, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (8).
De acordo com os militares americanos, a ofensiva tem como objetivo enfraquecer a capacidade de Teerã de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas para o comércio global de petróleo.
No texto publicado no X, os EUA afirmam que estão responsabilizando o Irã por “agressões injustificadas” recentes contra embarcações comerciais e tripulações civis que navegavam pela via internacional.
Leia o post na íntegra:
Por determinação do Comandante em Chefe, as forças do Comando Central dos Estados Unidos iniciaram ataques adicionais contra o Irã para reduzir ainda mais sua capacidade de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos estão responsabilizando o Irã pela recente agressão injustificada contra embarcações comerciais e tripulações civis que navegavam livremente por uma importante hidrovia internacional.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o país provavelmente atingirá o Irã “com força”, mas disse não esperar uma volta a uma guerra aberta. “Não acho que isso vá começar de novo. Acho que vai passar muito rápido”, declarou a jornalistas durante uma cúpula da Otan, na Turquia.
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Os dois lados trocaram ataques entre a noite de terça-feira e a manhã de quarta, após ofensivas contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz, ação que autoridades americanas atribuíram a Teerã. O Irã não assumiu a responsabilidade, mas afirmou que o cessar-fogo lhe dá poder de supervisão sobre a rota marítima e passou a exigir que embarcações usem trajetos definidos pelo país.
Depois dos ataques aos navios, os EUA revogaram uma isenção de sanções sobre o setor de petróleo iraniano e lançaram uma série de ataques contra alvos militares iranianos. Em resposta, as Forças Armadas do Irã disseram ter atacado bases militares americanas no Bahrein e no Kuwait, embora não tenham sido relatados danos relevantes.