Cuba diz que teve 32 agentes mortos durante captura de Maduro

O governo não divulgou os nomes nem as funções dos agentes e classificou a ação americana como "terrorismo de Estado"

Estadão Conteúdo

Uma imagem estática de um vídeo postado pela conta Rapid Response 47 da Casa Branca no X.com, originado da conta @PaulDMauro, mostra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sendo conduzido sob custódia por um corredor nos escritórios da Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos (DEA) em Nova York, EUA, em 3 de janeiro de 2026 (Reuters)
Uma imagem estática de um vídeo postado pela conta Rapid Response 47 da Casa Branca no X.com, originado da conta @PaulDMauro, mostra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sendo conduzido sob custódia por um corredor nos escritórios da Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos (DEA) em Nova York, EUA, em 3 de janeiro de 2026 (Reuters)

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O governo de Cuba informou na noite do domingo, 4, que 32 cubanos morreram nos bombardeios realizados por forças dos Estados Unidos na véspera, em Caracas, durante a operação que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Segundo nota oficial lida na televisão estatal cubana, os mortos cumpriam missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de autoridades venezuelanas. O governo não divulgou os nomes nem as funções dos agentes e classificou a ação americana como “terrorismo de Estado”.

Cuba decretou luto oficial de dois dias, com bandeiras a meio mastro e suspensão de eventos públicos, em homenagem às vítimas do ataque. Aliado de Maduro, o presidente Miguel Díaz-Canel voltou a criticar os Estados Unidos e afirmou que Washington trata a América Latina como seu “quintal”. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.