Cooperação de Rússia e China no Ártico é preocupação para Otan, diz general

Na quarta-feira, o presidente dos EUA, Donald ​Trump, ⁠recuou abruptamente ⁠das ameaças de impor tarifas como alavanca ‌para tomar a Groenlândia

Reuters

General Alexus Grynkewich em Sibiu, na Romênia
 20/1/2026   Inquam Photos/Ovidiu Matiu via REUTERS
General Alexus Grynkewich em Sibiu, na Romênia 20/1/2026 Inquam Photos/Ovidiu Matiu via REUTERS

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22 Jan (Reuters) – O aumento ‍da cooperação entre ⁠a China e a Rússia ‍é uma fonte de preocupação para a Otan, disse ‌na quinta-feira o comandante máximo da aliança transatlântica, Alexus Grynkewich.

‘Observamos isso nos últimos anos, tanto no domínio marítimo, com ‌o aumento das patrulhas ‌conjuntas, quanto no domínio aéreo, com patrulhas conjuntas de bombardeiros de longo alcance’, disse Alexus Grynkewich, general da ‌Força Aérea dos EUA que atua como comandante supremo ​aliado da Otan na Europa, a jornalistas.

‘Estamos constantemente tentando aprimorar nossa posição e pensando em maneiras pelas quais as nações possam aprimorar a nossa no Ártico.’

Na quarta-feira, o presidente dos EUA, Donald ​Trump, ⁠recuou abruptamente ⁠das ameaças de impor tarifas como alavanca ‌para tomar a Groenlândia, descartou o uso da força e disse que ‍um acordo estava à vista para encerrar uma ​disputa sobre ‌o território dinamarquês.

A Otan está aguardando orientações ‍sobre um possível acordo sobre o território, disse o almirante Giuseppe Cavo Dragone.

(Reportagem de Bart Meijer e Alessandro Parodi)