Comando dos EUA desmente que Marinha está escoltando navios no Estreito de Ormuz

O Centcom desmentiu publicação do The Wall Street Journal que afirmava, por fontes, que a Marinha americana teria guiado um superpetroleiro grego carregado de petróleo na costa de Omã

Estadão Conteúdo

Navios de carga no Golfo, próximos ao Estreito de Ormuz, vistos do norte de Ras al-Khaimah, perto da fronteira com a província de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã, nos Emirados Árabes Unidos, em 11 de março de 2026. REUTERS/Stringer/Foto de arquivo
Navios de carga no Golfo, próximos ao Estreito de Ormuz, vistos do norte de Ras al-Khaimah, perto da fronteira com a província de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã, nos Emirados Árabes Unidos, em 11 de março de 2026. REUTERS/Stringer/Foto de arquivo

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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês) desmentiu na tarde desta terça-feira, 26, os relatos de que a Marinha americana retomou a escolta ou assistência a navios comerciais durante travessias pelo Estreito de Ormuz.

“O Projeto Freedom não foi retomado, e as forças dos EUA não estão atualmente escoltando navios comerciais pelo Estreito de Ormuz”, de acordo com registro na conta oficial do Centcom no X.

Mais cedo, o The Wall Street Journal afirmou, por fontes, que um superpetroleiro grego carregado com dois milhões de barris de petróleo bruto foi guiado pela Marinha dos EUA ao cruzar o Estreito de Ormuz na costa de Omã.