Alemanha: G7 não pode perder tempo para reduzir dependência de terras raras

Os governos do G7 tentam coordenar esforços para reduzir sua dependência de minerais ⁠críticos ‌e terras raras da China

Reuters

O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil (REUTERS/Annegret Hilse)
O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil (REUTERS/Annegret Hilse)

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Os países do ⁠G7 têm alguns caminhos a escolher ‌em sua iniciativa para reduzir a dependência de terras raras, mas não têm ‌tempo a perder, disse o ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, nesta segunda-feira.

Os governos do G7 tentam coordenar esforços para reduzir sua dependência de minerais ⁠críticos ‌e terras raras da China, que ⁠domina as cadeias de suprimentos vitais para tecnologias como veículos elétricos, energia renovável e sistemas de defesa.

‘Não devemos cair em um tom de reclamação’, ​disse Klingbeil a jornalistas durante cúpula de ministros das Finanças e presidentes ​de Bancos Centrais dos países do G7, em Paris.

‘Em vez disso, temos que trabalhar nossos pontos fortes.’

Para Klingbeil, os países do G7 devem melhorar ‌as aquisições e analisar onde ​a produção pode ser expandida. Ele também propôs cotas de reciclagem, estabelecendo metas ou requisitos para ⁠recuperar e ​reutilizar uma ​parcela de matérias-primas essenciais como as terras raras.

‘Portanto, as ⁠propostas estão todas sobre ​a mesa e não temos tempo a perder’, disse Klingbeil.

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Ele argumentou que a ​guerra do Irã expôs a dependência dos países do G7 em relação ​aos combustíveis ⁠fósseis, assim como a guerra na Ucrânia expôs a ⁠dependência da Alemanha do gás russo.

‘Temos que ter muito cuidado para não cairmos na próxima dependência, na qual, para ser honesto, já estamos’, disse.