Zona Azul: versão eletrônica dispensa talões e pode ser usada pelo celular

A CET está testando em diversos pontos de São Paulo um banco de dados eletrônico para registrar as horas de estacionamento

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SÃO PAULO – A CET (Companhia de Engenharia de Trânsito) está realizando testes da versão eletrônica dos cartões de Zona Azul, que controlam os pagamentos para se estacionar por hora em locais restritos.

Atualmente, o motorista que pára seu carro em um desses pontos deve preencher uma folha especial informando o horário em que estacionou e deixá-lo à vista. As tarifas são cobradas no momento de aquisição dos talões, que têm versões para uma ou duas horas de estacionamento.

Fiscalização com palmtop

Agora, os paulistanos podem se dirigir ao ponto de venda credenciado mais próximo em algumas regiões e informar o tempo pelo qual pretende deixar seu veículo parado e a placa.

Os agentes encarregados da fiscalização poderão saber se o autómovel está estacionado regularmente através da consulta do banco de dados em palmtops (computadores de mão).

Celular

Também existe a possibilidade de comprar as horas desejadas antecipadamente e guardá-las no celular, para usá-las de acordo com a necessidade. Para isso, basta informar, além dos dados acima, o número do aparelho.

A tarifa cobrada pelo serviço eletrônico é a mesma: R$ 1,80 por hora. O mapa da área onde o sistema está disponível e a lista de postos de venda podem ser encontrados no site da CET. Os cartões atuais continuam válidos.