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Susep reduz projeção de crescimento do mercado segurador para 2003

Crescimento projetado foi de 26,7%; recuo decorre da queda nas vendas de planos VGBL em relação a julho

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SÃO PAULO – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) projetou, em seu informativo referente ao mês de outubro, um faturamento de R$ 29,902 bilhões para o mercado segurador em 2003, o que representa um crescimento de 25,6% em relação ao ano passado.

No informativo anterior, referente a setembro, a entidade havia projetado um crescimento de 26,7% para o período entre 2003/2002. Isto significa que as perspectivas de crescimento do mercado foram reduzidas em 1,1 ponto percentual com relação ao inicialmente previsto em setembro.

Vendas de VGBL recuaram

O recuo da projeção se deu pela queda no faturamento dos planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), de 9% em relação a julho, conforme informou a Susep. Excluindo as projeções para as vendas dos VGBLs, o crescimento do setor ficaria em algo em torno de 10,55% em 2003, em linha com as projeções no início do ano (10,7%).

Nesses moldes, fica claro que os VGBLs têm representado um papel importante no que se refere ao crescimento do mercado segurador como um todo, sendo responsável pelas constantes revisões nas projeções do crescimento total do setor.

Vale ressaltar que as projeções da Susep foram atualizadas a partir da projeção de uma variação de 9,68% para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) e uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,70% para 2003. As projeções para o próximo ano levam em conta as projeções do Banco Central de IPCA de 6,1% e PIB de 3,15%.

Projeções para 2004

Ainda de acordo com as estimativas da Susep, para 2004 o setor de seguros deverá atingir um faturamento total de R$ 33,5 bilhões, aumento de 12,1% em relação às projeções para 2003, isto sem computar a carteira de Saúde.

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No que se refere às projeções para 2003 ramo a ramo, a Susep projeta um faturamento para o ramo vida de R$ 11,339 bilhões em prêmios, o que inclui o faturamento obtido com a venda de VGBLs (R$ 6,4 bilhões). Já o ramo automóvel deve faturar R$ 8,758 bilhões. Com isto, o ramo vida deve fechar o ano respondendo por 38% do faturamento frente a 29% do ramo automóvel.

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