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Susep acumula 43.806 consultas e reclamações de usuários no ano

Maioria dos registros se refere ao setor de seguros (45,3%); DPVAT responde pelo maior número de queixas no grupo

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SÃO PAULO – O Serviço de Atendimento ao Público da Susep (Superintendência de Seguros Privados) registrou no acumulado de janeiro a agosto deste ano nada menos do que 43.806 queixas ou consultas de consumidores, mantendo a média de 182 atendimentos por dia, se considerados também os registros dos sábados, domingos e feriados do mês.

Seguro é o assunto mais demandado nas consultas

De acordo com o levantamento, o mercado de seguros foi responsável por quase metade dos registros, respondendo por uma parcela equivalente a 45,3% do total das queixas e consultas recebidas pela Susep no período.

No acumulado do ano até agosto, a autarquia instaurou 1.965 procedimentos, dos quais 71,2% (1.399) foram contra as seguradoras, 15,2% (299) contra a previdência privada e 7,9% (155) se referiam aos procedimentos instaurados contra os títulos de capitalização.

DPVAT liderou procura

O seguro obrigatório dos veículos, conhecido pela sigla DPVAT, respondeu por 35,4% do total de reclamações e consultas feitas sobre as mais diversas modalidades de seguros. Em números absolutos, no mês de agosto, de um total de 19.858 atendimentos relacionados ao mercado de seguros, 7.029 ocorrências se referiam ao DPVAT.

Por sua vez, o ramo automóvel respondeu por 29,7% do total de registros referentes a seguros, o que equivale a um contingente de 5.905 consumidores que procuraram a Susep até agosto para este fim.

Os seguros de vida foram responsáveis por 15% dos registros, ou 2.982 atendimentos, entre simples consultas e queixas. Finalmente, a quarta maior demanda, segundo a pesquisa, se referia à busca de informações sobre seguradoras: 11,0% (2.189 registros).

Atendimento telefônico lidera as consultas

Ao decidirem contatar a Susep, seja para registrar uma reclamação ou fazer algum tipo de consulta, a maioria dos consumidores, como de costume, preferiu utilizar o canal de atendimento por telefone (66,5%), enquanto outras parcelas de usuários optaram pelo atendimento pessoal (17,4%), por e-mail (12,3%) ou carta (3,9%).

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