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SÃO PAULO – O brasileiro está se esforçando para sair do vermelho, e quitar suas dívidas. Pelo menos é isso que sugere o estudo divulgado pela Serasa, sobre o número de regularizações de pendências de crédito de pessoas físicas.
Com abrangência nacional, o estudo da Serasa, maior empresa do Brasil em informações e análises econômico-financeiras para apoiar decisões de crédito e negócios, constatou um crescimento recorde no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período de 2003 no total de regularizações.
Cerca de 40 milhões regularizaram situação
De acordo com o estudo da Serasa, de janeiro a março de 2004, cerca de 46 milhões de pessoas entraram na base de dados, no entanto, 40 milhões regularizaram a situação no mesmo período.
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O número reflete um aumento de 5,26% no total de regularizações frente ao mesmo período no ano passado. Isso porque no primeiro trimestre de 2003, antigo recorde, cerca de 46 milhões de pessoas entraram na base de dados, enquanto 38 milhões baixaram o nome da lista de inadimplentes.
Relação entre saídas e entradas melhorou
Para se ter uma idéia, os registros de pendências financeiras resolvidas de janeiro a março de 2004, equivalem a 87% do número de novas pendências incluídas no mesmo período. Em outras palavras, para cada 100 novos incluídos, 87 deixaram a base de dados de registro de não pagamento.
Não só esse percentual supera o registrado no mesmo período em 2003, que foi de 82,6%, como também fica acima daquele registrado em 2002, que foi de cerca 50%. Em anos anteriores, oscilava entre 30% e 40%.
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Cheque sem fundo lidera inadimplência
Em março de 2004, por exemplo, o estudo do Indicador Serasa de Inadimplência registrou que a maioria das anotações no cadastro de inadimplência de pessoa física foi de cheques sem fundos, que responderam por cerca de 36% das anotações. Em seguida ficaram os cartões de crédito e financeiras (33%), as dívidas com bancos (29%) e os títulos protestados (2%).
No momento, o banco de dados da Serasa conta com cerca de 22 milhões de pessoas físicas e jurídicas com anotações de não pagamento, o que inclui cheques sem fundos e títulos protestados, entre outros.