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SÃO PAULO – No Brasil, manter um seguro de carro, casa ou vida é importante, tendo em vista os incidentes que podem acontecer. A carteira do mercado segurador brasileiro fechou o ano de 2005 com 135,2 milhões de contratos, sendo 77,2 milhões em vida e acidentes pessoais.
Os dados são da Fenaseg (Federação Nacional de Seguros Privados e Capitalização). Segundo a entidade, dentre todas as modalidades de seguros, os de vida são responsáveis por 36,27% dos prêmios fornecidos pelas corretoras, o que correspondeu a R$ 11,9 milhões, entre janeiro e julho deste ano.
No ano de 2004, os prêmios de vida colocavam o Brasil na 24ª posição entre todas as nações, com US$ 8,1 milhões, enquanto os Estados Unidos, em 1º lugar, ofereceu US$ 494,8 milhões em prêmios.
Campeão em prêmios
No entanto, segundo uma pesquisa realizada pela empresa de seguros de vida SBLI USA, o campeão de prêmios não tem uma população que sabe a real necessidade da modalidade. Isso porque, nos Estados Unidos, 47% dos adultos simplesmente não contêm seguros que darão uma ajuda financeira aos familiares em caso de incidentes.
A pesquisa ainda detectou que 47% dos 2.500 adultos norte-americanos ouvidos não sabem o tipo de seguro de vida de que precisam e que 23% sequer têm noção de onde conseguir estes seguros.
Custos
No país em que há maior número de pagamento de prêmios, dentre os entrevistados que não possuem um seguro de vida (72%), o maior motivo indicado é o custo (41%). A pesquisa ainda indicou que 30% das pessoas ouvidas afirmam que não precisam de um seguro e que 20% dizem que é porque não possuem nenhum dependente.
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Segundo Vikki Pryor, presidente da SBLI USA, os dados mostram que precisa ser ressaltada a importância de contratar os seguros para os norte-americanos e também a existência de uma variedade de planos com diversos custos. “Os preços dos planos caíram atualmente, devido às expectativas de vida, tecnologia e um mercado mais competitivo”.