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Para Rachel Maia, CEO da RM 360 e ex-presidente da Tiffany, da Pandora e da Lacoste no Brasil, o seguro não é um luxo, mas uma ferramenta indispensável para eventos imprevisíveis.
Ela compara o seguro a um “mitigador de riscos”: assim como planeja uma dieta saudável para a família, é preciso se blindar contra acidentes, doenças ou sinistros.
No dia a dia, isso inclui seguro de vida para cobrir imprevistos familiares, saúde para despesas médicas inesperadas e auto para colisões causadas por terceiros.
“Eu trabalho para que meus filhos estejam saudáveis, mas isso não significa que eles não têm que ter um seguro saúde. Porque é parte do processo”, diz a executiva em entrevista ao videocast Zona Segura, da MAG Seguros.
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“Eu dirijo para mim, mas eu não posso ter a expectativa de que todos dirijam de forma cuidadosa como eu. Muitas vezes vem um outro e bate no meu carro. Então eu tenho que ter um seguro para o meu carro”, afirma.
Para Rachel, seguro é um gesto de responsabilidade com o próximo. Seja protegendo o carro contra batidas de terceiros descuidados, ou também protegendo o imóvel contra furtos. Para ela, a proteção garante que os planos se realizem com tranquilidade.
“O seguro faz parte daquele cuidado que você tem que ter com você, com o próximo e com aqueles que estão no seu ecossistema.”
Ela afirma que proteger-se com seguros exige dinheiro. Não é algo “de graça” – você precisa trabalhar e gerar renda para pagar as apólices (contratos de seguros). Pra isso, ela defende um planejamento financeiro claro e com propósitos.

Planejamento de curto, médio e longo prazo
Rachel defende um planejamento de curto, médio e longo prazo. “Se der ruim, quanto tempo você se segura?”.
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Ela critica a ideia de que o futuro é imprevisível demais para ser planejado.
“Algumas pesssoas dizem que não dá para prever o que vai acontecer no ano que vem. Balela”, diz.
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Em relação à aposentadoria, Rachel afirma que depender só da previdência pública é um “problemão”.
Para ela, todos precisam de uma planilha financeira clara: quanto tempo aguentar se algo der errado agora, o que fazer hoje para garantir o mínimo em cinco ou 10 anos, e quando parar de trabalhar.
Rachel propõe se planejar da seguinte forma:
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- Curto prazo: Uma reserva para imprevistos imediatos, como perda de renda ou reparos urgentes;
- Médio prazo: Ações preventivas, como contratar seguros que cubram riscos comuns (roubos, acidentes);
- Longo prazo: Previdência privada para não depender só do INSS, que ela chama de “problemão”.
“Você tem que ter o plano a longo prazo. Tudo isso pode quebrar, cair, pode dar ruim, mas você não pode perder o seu plano”, afirmou.
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