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SÃO PAULO – Atualmente, a classe média e os pequenos e médios comerciantes, preocupados com a questão da segurança, têm investido no setor de vigilância eletrônica, a fim de tentar barrar a violência. Os serviços custam, em média, o equivalente a uma assinatura de TV, de acordo com a ADT, empresa do segmento.
Como funciona
A segurança eletrônica é formada por um conjunto de sistemas que aliam tecnologia e serviços de profissionais treinados. Além de inibir invasões e coações, oferece suporte contra incêndios, administra situações de pânico, emergências médicas, entre outras.
O sistema funciona por meio de dispositivos conectados a uma linha telefônica que se comunica com uma base. Há sensores específicos para cada tipo de ocorrência. Os sinais enviados para a equipe de suporte 24 horas apontam a situação do local monitorado.
Diferenças entre os sensores
Os sensores magnéticos são utilizados para detectar a abertura e o fechamento indevidos de janelas e portas. Já os detectores de movimentos são raios ultravermelhos que acusam mudanças na temperatura dos ambientes, por meio de movimentos realizados no campo de observação do sensor.
Há também sensores que detectam quebra nos vidros através de ondas sonoras. Os botões móveis de pânico, por sua vez, foram desenvolvidos para situações em que o cliente se sentir acuado, como ao avistar ou ser abordado por estranhos em sua residência ou comércio.