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SÃO PAULO – Desde 2003, o consumidor brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados produtos alimentícios transgênicos (geneticamente modificados), que podem ser comercializados com algumas condições: informar ao comprador que o alimento é transgênico, foi fabricado ou contém este tipo de produto.
No entanto, para auxiliar o consumidor na hora da escolha da mercadoria, o Greenpeace lançou um Guia do Consumidor que lista as empresas que possuem alimentos transgênicos e, por isso, estão na lista vermelha do órgão, e as que não possuem, que estão na lista verde.
Empresas
A lista está disponível no site do Greenpeace (www.greenpeace.org.br/consumidores/guiaconsumidor.php), que mostra que das 109 empresas que compõem o Guia, 68 (62,38%) estão na lista verde, ou seja, não utilizam transgênico em seu processo de produção.
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Entre as que utilizam e, conseqüentemente, estão na lista vermelha, estão empresas como: Liza, Soya, Primor, Gerber, Quero, Ajinomoto, Mesa, Vigor, Gourmet, Sazon, Hemmer, Dona Benta, Leco, Sustagen, Café do Ponto, Kellog´s, Diet Shake, Melitta, Ovomaltine, União, Arcor, Dan Top, Garoto, Halls, Hershey´s, Trident, Adria, Pullmlan, Ana Maria e Delícia.
Oposição
O Greenpeace se coloca contra o consumo de produtos transgênicos. Isso porque, segundo a entidade, os resultados são imprevisíveis, incontroláveis e desnecessários, já que as conseqüências do uso de novas tecnologias somente são percebidos após muitos anos.
De acordo com o Greenpeace, os cientistas prevêem como consequências da produção de transgênicos o empobrecimento da biodiversidade, o que interfere de maneira negativa no equilíbrio do planeta e na segurança alimentar.