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Saúde pública ou privada? Veja os dois lados da moeda antes de decidir

Governo aponta para medidas que melhoram a saúde pública, mas OMS coloca Brasil na 125ª posição do ranking

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SÃO PAULO – Grande parte das pessoas que decidem contratar um plano de saúde o fazem para não ter de recorrer ao serviço público quando houver alguma necessidade: é de conhecimento comum a precariedade do sistema em geral.

Contudo, o Ministério da Saúde publicou, no início deste ano, o balanço de um pacto, realizado entre União, Estados e municípios, com o intuito de gerir de uma melhor forma o serviço.

Destaques

Entre os pontos destacados pelo ministério, estão os seguintes:

Além disso, estudo publicado no ano passado pela pasta mostrou que o índice de mortalidade entre brasileiros de até 69 anos não variava entre aqueles que possuíam ou não um plano de saúde.

OMS

Do outro lado, levantamento publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra uma outra visão da saúde no País. Segundo a pesquisa, o Brasil estava, com base nos dados de 2000, no 125ª posição da lista no que diz respeito ao atendimento de saúde pública.

Esse levantamento, no entanto, analisou outros indicadores além do nível geral da população: disparidade de saúde dentro da população, nível geral de responsabilidade do sistema, distribuição da assistência entre grupos de diferentes situações econômicas e justiça na distribuição de carga financeira para a população.

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Os dez primeiros colocados foram, nesta ordem: França, Itália, San Marino, Andorra, Malta, Singapura, Espanha, Omã, Áustria e Japão.

Na América Latina, Chile, Costa Rica e Cuba são os mais países com melhores condições, nas posições 22, 33, 36 e 39.