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Saúde mental deve ser prioridade no trabalho, alerta influencer Thalita Jesus

Burnout e estresse são alertas para buscar mudanças, e fracassos podem fortalecer carreira, diz influenciadora focada em desenvolvimento profissional

Vitor Oliveira

Conteúdo MAG Seguros

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A saúde mental nos ambientes profissionais tem ganhado o destaque necessário, indicando que não se trata apenas de uma moda, mas de uma realidade urgente. É o que afirma Thalita Jesus, influenciadora e executiva conhecida nas redes como @oichefinha.

“O principal ponto de mudança que eu enxergo é falar sobre. Porque os problemas relacionados a burnout, estresse e ambientes tóxicos sempre existiram.  Mas hoje a gente tem mais liberdade para falar sobre isso”, afirma em entrevista ao videocast Zona Segura, da MAG Seguros. 

Segundo Thalita, o avanço das empresas em oferecer suporte, como psicólogos online, demonstra uma preocupação com o impacto da saúde mental no ambiente corporativo. 

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“Se uma pessoa sai porque ela está estressada, está com um burnout, a empresa perde no final.” 

Thalita também ressaltou a importância de reconhecer quando um ambiente profissional está adoecendo as pessoas e a necessidade de se movimentar, mesmo que isso não signifique desistir imediatamente do emprego.

“Se você percebe que é um ambiente que tem a tendência a não te ajudar, a não te proteger, vai para outro lugar. Começa a colocar seu currículo na internet, vai no LinkedIn e procura um lugar que te acolha. Tem muitos lugares legais e a mudança tem que partir da gente.”

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Thalita Jesus em entrevista ao videocast Zona Segura (Reprodução/YouTube MAG)

Liderança tóxica afasta talentos e prejudica equipes

Outro ponto que a influencer trouxe à tona foi o papel da liderança. Muitas vezes, comportamentos tóxicos partem de líderes que não estão preparados ou formados para exercer uma liderança saudável, prejudicando o time e afastando colaboradores. 

“Às vezes não são valores da empresa, mas tem um líder ou outro que escapa e torna como se ali fosse o seu reinado e ele age de uma forma que não é apoiado pela empresa. E isso afasta muita gente”, afirma. 

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Ela destacou que mecanismos que permitam às pessoas darem feedbacks seguros sobre a gestão são fundamentais, com proteção para que possam se expressar sem medo de retaliações.

“Há pouco tempo aconteceu isso com uma pessoa que eu conheço. O time falou que o gestor estava tendo comportamentos péssimos, e isso foi para a alta liderança, e esse líder foi demitido. Então funciona, funciona mesmo”, pontua a influenciadora.

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Currículo do fracasso: o valor das derrotas

Ao falar sobre o “currículo de fracasso” durante a entrevista, Thalita afirma que nem tudo são vitórias na carreira. 

Ela relata seu próprio aprendizado com essa ideia, ressaltando que suas experiências frustradas, como não passar em programas de trainee, não a definiram, mas motivaram sua persistência. 

“Se eu me deixasse definir apenas por esses fracassos, eu ia travar. A gente erra, a gente não vai saber tudo e no final das contas não é isso que define a gente”, afirma.

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