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Rock in Rio: veja como aproveitar o festival sem medo de quebrar o celular

Especialistas dão dicas de prevenção e coberturas de seguros para o aparelho e pertences que ajudam a evitar prejuízos na aglomeração da Cidade do Rock

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Começa nesta sexta-feira (11) a segunda bateria de shows do Rock in Rio e se a sua ideia é registrar cada momento ao acompanhar o festival in loco, é bom prestar atenção em algumas coisas. 

Se você vai manter o celular sempre à mão, o risco de o aparelho ir ao chão ou sofrer com bebidas derramadas é bem real, especialmente se a previsão do clima for de chuva. Por isso, ter um seguro para celular pode ser uma boa opção para curtir a Cidade do Rock sem estresse.

Há riscos para um smartphone quando se vai em um festival, mas até mesmo no dia a dia, as seguradoras indicam que os danos são os que mais causam prejuízos. Dados do Grupo PLL, empresa parceira das seguradoras no atendimento pós-venda de dispositivos móveis, mostram que as quebras acidentais respondem por 61% dos acionamentos de cobertura, enquanto roubos e furtos somam 39%. 

Apesar dessa exposição, a proteção ainda é baixa no país: segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que representa as seguradoras que operam no ramo, apenas 10 milhões de celulares contam com seguro no Brasil, o equivalente a 4% do total em uso.

Por isso, saber como cuidar do seu celular, assim como outros pertences, é essencial. “A prevenção é sempre a primeira camada de proteção, mas imprevistos podem acontecer mesmo quando todos os cuidados são adotados”, pontua a analista de Operações e Projetos da Simple2u, Laura Meroto.

Especialistas recomendam algumas dicas para garantir uma proteção extra contra possíveis danos, como utilizar nos aparelhos as capas com bordas anti-impacto e películas de cerâmica ou vidro temperado para amortecer quedas, além de acessórios de fixação, como alças de punho ou tiracolo, que podem ajudar a segurar o celular em locais com grande aglomeração.

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Além disso, o manuseio e transporte também merecem atenção. Guarde o telefone em doleiras ou pochetes na parte frontal do corpo e evite usar o aparelho com as mãos molhadas ou enquanto segura copos.

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O que o seguro cobre?

Quando o cuidado preventivo não é suficiente e a tela trinca no meio do show, por exemplo, o seguro tradicional de celular garante amparo financeiro para o reparo ou substituição da estrutura do aparelho. O diretor de Seguros Massificados e Personal Lines da Alper Seguros, Paulo Davidoff, detalha o alcance desse tipo de apólice (contrato de seguro).

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“Apesar de não haver um seguro específico para festivais, o seguro de celular tradicional cobre eventos como quedas, tela quebrada, derramamento de líquidos e roubo ou furto”, explica Davidoff.

Em caso de acidentes, é necessário acionar a seguradora e fazer o passo a passo para consertá-lo ou receber uma indenização. Geralmente, o segurado precisa encaminhar o smartphone a um centro técnico credenciado, onde será feito o orçamento e o reparo do dispositivo.

Porém, caso haja preocupação de danos causados por líquidos (seja chuva ou lama) a mais pertences além do smartphone, como óculos de sol, carteira, documentos e chaves na mochila ou pochete, vale avaliar a contratação de um outro tipo de apólice.

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Para cobrir esses pertences de forma integrada em situações de roubo ou furto, uma opção é o Seguro Bolsa Protegida. A diretora Comercial de Canais Especiais da Tokio Marine Seguros, Marcia Silva, lembra que a proteção de bolsa ampara perdas no interior do item, desde que decorrentes de evento coberto.

“O objetivo é proporcionar mais tranquilidade ao consumidor em momentos de vulnerabilidade, reduzindo os impactos financeiros decorrentes desse tipo de ocorrência”, ressalta Marcia.

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Contratação de última hora

Para quem decide contratar a proteção na véspera da viagem ou do show, a adesão costuma ser rápida e sem período de carência. Mas quando se trata de cobertura de danos físicos, as empresas exigem uma vistoria digital feita pelo próprio smartphone para comprovar que a tela e a carcaça já não apresentam trincados prévios. 

A analista da Simple2u reforça que entender essas exigências operacionais evita contratempos caso seja necessário acionar a garantia. “Como os procedimentos e documentos podem variar conforme a cobertura contratada, conhecer previamente as condições da apólice ajuda a tornar esse processo mais simples caso seja necessário utilizá-la”, observa Laura.

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A atenção do público também deve estar voltada para os momentos de grande aglomeração na Cidade do Rock, em que a exposição a acidentes e furtos aumenta significativamente. O diretor de Subscrição em Parcerias da Zurich Seguros, Carlos Eduardo Silva, destaca que a busca por proteção precisa considerar o ambiente onde o aparelho será utilizado.

“Em um festival de grande porte, é crítico considerar tanto o risco de roubo e furto quanto os danos ao aparelho, que fica mais exposto a quedas, impactos e contato com líquidos”, alerta Silva.

No fim das contas, a recomendação dos especialistas do setor é adotar hábitos preventivos de forma leve para aproveitar os shows com tranquilidade, sabendo exatamente como agir caso ocorra algum imprevisto com o equipamento.

Tem alguma dúvida sobre o tema? Envie para leitor.seguros@infomoney.com.br que buscamos um especialista para responder para você!

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Victória Anhesini
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