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SÃO PAULO – Se de um lado a Proteste – Associação de Consumidores quer anular os termos de compromisso firmado entre governo e teles, por acreditar que os consumidores serão prejudicados, a Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal) diz que é esse pedido de anulação que pode ser prejudicial aos usuários brasileiros de telefonia.
A Sinditelebrasil é a entidade que congrega as operadoras de telefonia fixa e móvel, e seu presidente, Eduardo Levy, se posicionou contra o pedido de anulação feito pela Proteste sobre o acordo para o PNBL (Programa Nacional de Banda Larga), segundo a Agência Brasil.
Serviços de banda larga
Levy afirmou, na última quinta-feira (8), que paralisar essa comercialização vai trazer um prejuízo aos consumidores. Ainda disse que se a Proteste quiser discutir alguns pontos dos termos, por acreditar que há algo errado, as entidades estão dispostas a conversar, mas impedir a venda é desnecessário.
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O principal motivo que levou a Proteste a ajuizar uma ação civil pública na última quarta-feira na Justiça Federal em São Paulo foi que os termos permitem a venda de planos com limite reduzido de dados e sem a garantia de manutenção da velocidade de acesso. A questão envolve, sobretudo, pontos sobre qualidade do serviço.
Além disso, a Proteste quer que o serviço de banda larga seja incluído no regime público e que o governo imponha garantias de regulação do serviço e condições de prestação do serviço.