Esporte

Recorde no judô coloca Japão na cola das potências China e Estados Unidos

Atualmente, o país-sede do evento caiu para a terceira colocação, mas segue na cola das potências

Por  Olimpíada Todo Dia -

Durante a primeira semana dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Japão surpreendeu muita gente ao terminar o dia algumas vezes na liderança do quadro de medalhas. Atualmente, o país-sede do evento caiu para a terceira colocação, mas segue na cola das potências Estados Unidos e China. O desempenho fantástico dos japoneses nestes primeiros dias de Olimpíada tem a ver com a supremacia no judô, modalidade em que eles conquistaram nove das 15 medalhas de ouro em disputa.

A disputa do judô nesta edição olímpica tinha uma conotação diferente para todos os atletas participantes, já que o Japão é o berço da modalidade. Fora isso, o Nippon Budokan, local da competição, é considerado um templo do esporte tal qual o Maracanã é para o futebol.

Dentro de casa, o Japão não queria perder a oportunidade e tinha o desejo de mostrar seu domínio na modalidade. Ao todo, foram 12 medalhas, mesmo número do Rio de Janeiro em 2016, mas a quantidade de ouros triplicou. Os japoneses subiram nove vezes no lugar mais alto do pódio em 2021 contra três de cinco anos atrás.

As nove medalhas de ouro conquistadas pelo Japão representam o maior número obtido por um país no judô desde que a modalidade entrou no programa olímpico. O recorde anterior, que também pertencia aos japoneses, era de oito conquistas em Atenas-2004.

Na conta geral, os nove ouros do judô representam mais da metade do total conquistado até agora pelo Japão na Olimpíada. E olha que o número de vitórias na modalidade poderia ter sido maior. Depois de dominar as disputas individuais, os donos da casa eram os favoritos disparados para vencer a competição por equipe mista, que estreou no programa dos Jogos, mas foram surpreendidos pela França na final.

Em 2016, o Japão terminou os Jogos Olímpicos na sexta colocação no quadro geral de medalhas com 12 ouros, oito pratas e 21 bronzes. Agora, tem tudo para, pelo menos, igualar o terceiro lugar obtido em Tóquio-1964 e na Cidade do México-1968.

Resta saber como vai ser a participação do país-sede nos últimos dias do evento, mas, agora, sem a ajuda até agora fundamental do judô.

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