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SÃO PAULO – A Fundação Procon-SP pediu à ANS (Agência Nacional de Saúde) esclarecimentos sobre sua autorização para os reajustes dos planos de saúde antigos.
A dúvida paira sobre a metodologia utilizada para calcular o reajuste (que levaria em conta os custos médicos-hospitalares – VCMH) e sobre a diferença entre o percentual de reajuste dos planos firmados antes de 1999 e dos planos novos.
Enquanto os planos mais recentes aplicaram uma correção de 8,89%, as operadoras Itaú Seguros, Sul América e Bradesco Saúde puderam alterar os preços de seus planos antigos em 11,57%, a Amil e Golden Cross em 11,46%, enquanto a Amil poderá aplicar o resíduo de 4,41% referente ao aumento permitido em 2005 e não aplicado na época.
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Reajuste abusivo
“O reajuste é abusivo, já que os percentuais são todos acima da inflação medida no período, e o consumidor não tem acesso à metodologia de cálculo”, protesta a fundação.
Segundo o Procon, o consumidor deve pagar a diferença para não correr nenhum risco de não ser atendido pelo convênio, mas deve esperar pelo julgamento das ações sobre o tema que já foram ajuizadas.