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SÃO PAULO – Enquanto os prêmios de seguro de vida cresceram 11,4% em 2007 na América Latina e Caribe, na comparação com o ano anterior, no Brasil, o avanço foi de 15,5%, o maior entre os países da região, de acordo com estudo realizado pela Swiss Re, empresa do setor de resseguros.
De acordo com os dados, divulgados nesta terça-feira (22), o volume de prêmios no seguro de vida foi de US$ 36 bilhões na América Latina, sendo que metade desta cifra corresponde ao volume alcançado pelo Brasil.
“O crescimento do volume de negócios na América Latina foi provocado pelo forte desempenho da economia percebido na região”, afirmou o analista para a América Latina da Swiss Re, Oliver Futterknecht.
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Segmento não-vida
Quando o assunto são os demais segmentos, o Brasil também é destaque. Na América Latina, houve crescimento de 8,3% no volume de prêmios, no ano passado, para US$ 52 bilhões (na comparação com 2006), enquanto no Brasil o avanço foi de 6,1%, para US$ 21 bilhões, a maior cifra na região.
No Brasil, todos os ramos de negócio cresceram no ano passado. O seguro de automóveis (+2% em volume de prêmios) foi destaque, bem como o de danos (+7%), devido à grande dimensão destes segmentos.
Veja, na tabela abaixo, o volume de prêmios nos países da América Latina analisados na pesquisa:
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| País | Vida | Var. | Não-vida | Var. | Total | Var. |
| Brasil | US$ 18 bi | 15,5% | US$ 21 bi | 6,1% | US$ 39 bi | 10,3% |
| México | US$ 8 bi | 8,3% | US$ 10 bi | 12,6% | US$ 17 bi | 10,7% |
| Argentina | US$ 2 bi | 0,1% | US$ 4 bi | 6% | US$ 6 bi | 4,2% |
| Chile | US$ 4 bi | 13,9% | US$ 2 bi | 14,6% | US$ 6,17 bi | 14,1% |
| Colômbia | US$ 1 bi | 1,3% | US$ 3 bi | 9,3% | US$ 4,10 bi | 6,9% |
| América Latina | US$ 36 bi | 11,4% | US$ 52 bi | 8,3% | US$ 87 bi | 9,6% |
Fonte: Swiss Re
Valor de Prêmios. Variação entre 2006 e 2007
Indústria global
Em 2007, o volume de prêmios de seguros cresceu 3,3% em termos reais, em todo o mundo, incentivado, principalmente, pelos negócios no segmento vida em países industrializados e emergentes.
Os prêmios de vida avançaram 5,4%, acima da média dos últimos dez anos, enquanto o segmento não vida cresceu 10%, principalmente devido aos países emergentes, uma vez que, nos industrializados, houve queda de 0,3%.