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Greve dos caminhoneiros: transporte público é afetado em várias cidades

Em São Paulo, meios alternativos de abastecimento garantem 100% da frota de ônibus pela manhã 

Ônibus elétrico São Paulo
(HELOISA BALLARINI/SECOM)

SÃO PAULO - Com a paralisação dos caminhoneiros em seu quarto dia, a Prefeitura de São Paulo autorizou as empresas de ônibus a reduzir em até 40% a frota em operação no horário de entrepico. Pela manhã, o transporte está 100% funcional, baseando o abastecimento em "meios alternativos" ou utilizando o estoque ainda disponível, disse a SPTrans.

"Em negociação mantida pela administração municipal com a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos, ficou acertado que, à diferença do que ocorre normalmente, a CPTM e o Metrô vão manter 100% de suas frotas em operação no período de entrepico para compensar a ausência de parte dos ônibus", continuou, em nota. O rodízio está suspenso para carros. 

A Secretaria Municipal de Transportes do Rio, por sua vez, anunciou que consórcios de ônibus não estão recebendo diesel nas garagens. Os consórcios pediram que a prefeitura reforce aos órgãos de segurança pública a necessidade de escolta de carretas de combustível até as garagens. Pediram também autorização para reduzir a frota nas ruas, até que a situação seja normalizada. 

A Prefeitura do Rio recomenda que os deslocamentos sejam feitos prioritariamente por metrô, trem e VLT.

Em Belo Horizonte, a queda de 50% na frota ocorrerá fora do horário de pico. Já em Porto Alegre, as viagens fora dos horários de maior circulação serão de hora em hora; das 17h às 19h30, retornarão à frequência normal. 

 

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